sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009
quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009
quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009
Por terras de Viriato
Até sábado vou estar em Viseu. Cheguei hoje à tarde, pois amanhã às 9h começa a acção de formação a que vim assistir: Regime Social Convergente.
terça-feira, 1 de Dezembro de 2009
Redes sociais


E como passatempo acabei por arranjar uma "quinta virtual" onde vou "agricultar" de vez em quando.
Não passa tudo de uma brincadeira, é bem verdade, mas a FarmVille já conquistou centenas de milhar de portugueses.
É um jogo de grafismo algo infantil, não o nego. Mas não deixa de ser uma forma descontraída de nos divertirmos em conjunto (para mim, que sempre detestei jogos de computador, à excepção do xadrez, juro-vos que estou admirada com a facilidade com que ficamos a gostar deste entretenimento) pois a entreajuda e a partilha fazem parte das regras de boa vizinhança.
Como tudo na vida, se for em dose exagerada cria dependência e isso é mau, mesmo muito mau. Por isso há que ter algumas cautelas... e não me refiro apenas aos jogos mas ao tempo que, no seu conjunto, se passa nesta rede de contactos virtual esquecendo-nos de tudo o resto... Contudo, se soubermos controlar a nossa actividade online, até que acabamos por nos divertir. E esse é, afinal, um dos principais objectivos de quem se mete por estes caminhos.
segunda-feira, 30 de Novembro de 2009
Afinal, para que serve a Filosofia?
Esta, depois da Geografia, era a minha disciplina preferida. E aquela onde, no secundário, melhores notas obtive. Mas entre os meus colegas de turma, era considerada uma "ave rara"... Todavia, ainda hoje recordo os professores que a leccionaram e de como os admirava. Posso mesmo afirmar que foi esta cadeira que me marcou para toda a vida, que potenciou a minha capacidade de sonhar e, sobretudo, de conseguir ter longas conversas comigo mesma para me encontrar e, assim, nos momentos de tristeza, ultrapassar a mágoa e afastar a dor.domingo, 29 de Novembro de 2009
sábado, 28 de Novembro de 2009
Bom fim-de-semana
sexta-feira, 27 de Novembro de 2009
Dois convites num só. Vale a pena ir. Apareça!
Miguel Real e Ana Cristina Silva
apresentam os seus romances, respectivamente
"A Ministra" e "A Dama Negra da Ilha dos Escravos"
Leitura de trechos dos dois romances
por Teresa Gafeira e Marques d'Arede
da Companhia de Teatro de Almada
Miguel Real e Ana Cristina Silva são dois excelentes escritores da nova geração, que já têm uma obra notável.
Todavia, diversamente de outros escritores que abordam assuntos mais ou menos abstractos, ou outros, sem qualidade, que tratam de temas superficiais, mas que agradam a sectores do público de gosto duvidoso, eles dedicam-se a analisar o que pensam que há de errado na sociedade portuguesa.
Não estando integrados nos circuitos dos grandes grupos editoriais ou retalhistas, como os hipermercados, nem sendo locutores ou apresentadores de televisão, vêm a divulgação da sua obra prejudicada.
Mas merecem ser conhecidos pelo público e ver divulgada a sua obra. Conheça-os.
quinta-feira, 26 de Novembro de 2009
É amanhã. Não se esqueçam...
Este é um projecto de parceria entre o Ateliê de Artes da escola Anselmo de Andrade, a associação F4, o ImaginarteAlmada e a CM de Almada.
quarta-feira, 25 de Novembro de 2009
Não! Não! e Não!
Hoje, por ocasião do "Dia Internacional para a Eliminação de Todas as Formas de Violência Contra as Mulheres" é lançada em Portugal a Campanha "Maltrato Zero" uma iniciativa que une vários países e diversas culturas, com um único objectivo: parar os maus-tratos!
Junta-te ao movimento!
segunda-feira, 23 de Novembro de 2009
Faz de conta que é um convite

domingo, 22 de Novembro de 2009
sábado, 21 de Novembro de 2009
sexta-feira, 20 de Novembro de 2009
Está na hora!...
quinta-feira, 19 de Novembro de 2009
Um bom exemplo de Democracia participativa?
Ontem fui assistir à primeira reunião pública deste mandato da Câmara Municipal. E não posso deixar de aqui trazer algumas questões formais, mas que fazem toda a diferença no que toca ao funcionamento democrático das instituições.Embora a Câmara Municipal seja um órgão colegial (composto pela Presidente e vereadores, com e sem pelouro) o certo é que, em Almada, funciona como um “gabinete de assessoria” onde o patrão manda e os colaboradores obedecem.
Mesmo agora que não tem maioria absoluta, Maria Emília age com a arrogância que lhe é característica, muito embora goste de fazer discursos onde a palavra cidadania e democracia aparecem frequentemente para proceder à lavagem da prepotência reinante.
Vejamos:
Esta já é a segunda reunião após a tomada de posse deste órgão autárquico, mas a senhora Presidente ainda não distribuiu aos vereadores (pelo menos aos da oposição não o fez) o Regimento da Câmara Municipal.
As reuniões nunca foram gravadas (apesar de, no encerramento dos trabalhos, M.ª Emília ter dito que o iam passar a ser… mas não era para já, ia ser preciso estudar o projecto de instalação do sistema de som, uma coisa supostamente complicadíssima que é bem capaz, digo eu, de estar pronta no último mês do quarto ano do actual mandato, tantas são as prioridades que a CMA tem de resolver primeiro) e as actas da CMA são meras minutas com as principais deliberações e, por isso, nem sequer, ao que tudo indica, merecem ser aprovadas na reunião seguinte.
Assim, ficam de fora, convenientemente:
As intervenções dos vereadores sobre o conteúdo das propostas que vão a votação, ficando apenas registado em acta o seu sentido de voto (sendo que, muitas vezes, apesar de votarem a favor, como aconteceu ontem com algumas propostas, houve sérias chamadas de atenção a determinados pormenores, nomeadamente de falta de informação e dúvidas técnicas) dando uma falsa ideia de concordância unânime que esteve longe de acontecer;
As intervenções do público, com pessoas a apresentarem problemas concretos e devidamente fundamentados;
As respostas da vereação, esclarecendo situações e/ou prometendo a resolução de casos, assumindo a responsabilidade pela condução de processos que, depois, não se podem provar pois nada fica escrito.
Ou seja, o não gravar as sessões permite que se diga tudo o que se quiser, fazer discursos finais como se a reunião da CM fosse um comício, ofenderem-se uns aos outros, fazerem insinuações, dizer piadas, enfim…
Por isso, desde logo, a Presidente avisou que as actas não conteriam “ipsis verbis” o que ali se viesse a passar. Os serviços teriam de fazer uma certa triagem do que julgassem "menos conveniente"… resta saber quem a fará, e de que forma será feita a selecção da parte dos discursos que não interessa transcrever.
terça-feira, 17 de Novembro de 2009
Santa ignorância...
Ontem, durante a 2.ª reunião da sessão extraordinária da Assembleia Municipal de Almada, aconteceu mais um daqueles episódios que mostra bem a, digamos, "desatenção" dos serviços municipais e a, chamemos-lhe, "distracção" dos autarcas.segunda-feira, 16 de Novembro de 2009
Receita da época
Visados panados em cinismo mediático«Escolha um ou mais visados sobre quem tenha sido espalhado previamente um ou mais boatos com intensidade suficiente para toda a gente ter opinião sobre eles, seja qual for.
Passe-os por uma investigação criminal em curso sobre alguma irregularidade presumidamente cometida por alguém a que possam por algum meio ter uma ligação directa ou indirecta, próxima ou remota. O boato agarrá-los-á à investigação.
Unte a frigideira mediática com fragmentos de informação secreta, que não possa ser controlada nem contextualizada antes de a frigideira estar suficientemente aquecida.
Acrescente uma quantidade suficiente de textos cínicos e leve os visados ao lume. A espaços regue com falsidades verosímeis e irrelevâncias embaraçosas.
Quando a pasta formada pela investigação embebida em textos cínicos, falsidades verosímeis e irrelevâncias embaraçosas que envolve os visados os cobrir por completo, colando-se-lhes completamente à pele, estarão suficientemente fritos para caírem sozinhos ou com um pequeno abanão de terceiros próximos.»
domingo, 15 de Novembro de 2009
Afinal, em Almada ainda existem Muros!!
Ontem, os almadenses ficaram a saber que a CDU local continua a levantar bem alto o muro do sectarismo...













